quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Vem ai PAC 2018 – o meu maior projeto pessoal em quase 30 anos de vida

Por João José Alencar


Imagem: João José Alencar


Disciplina e foco são praticamente sinônimos, para quem espera sucesso em seus planejamentos. Pensando nisso, resolvi adotar essas duas palavrinhas em 2018. Para isso, estabeleci o meu PAC 2018, que é um Plano de Atualização Cultural.

O projeto pretende que eu faça a leitura de livros literários e produções acadêmicas, também que assista séries já finalizadas e filmes de variados gêneros.

Tenho metas semanais, quinzenais, mensais e trimestrais. E a cada trimestre realizando todas as metas farei uma loucura, não no sentido negativo da palavra, e sim em sair da minha zona de conforto e realizar alguma vontade ou sonho.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Saudade - âncora para que meus pés permaneçam em terra firme

Vista da saída de São pedro da Cipa à Jaciara do alto do Morro

Por João José Alencar

Quando chego em casa, naquela que minha infância e adolescência vivi com euforia, para cada lado que meus olhos se volta, têm se um pedaço de saudade.

Saudade de um tempo que com dois cabos de vassoura e um lençol fazia meu palco, onde o patinho, o cavalo e os boizinhos ganhavam vida. Nesse surgia histórias tão absurdas para um crítico severo, mas tão lógicas e perfeitas para uma criança, contente com o aplauso de sua pequena platéia, formada apenas pelas pessoas mais próximas, que viam naquele espetáculo as qualidades para torná-lo o mais belo do mundo.

Lembro do morro, em que cada vez que juntávamos uma maloca, virávamos aventureiros, em que o verde esmeralda, construía em nossa imaginação enredos de cinema. Com o passar do tempo tornou-se passeio de família, no abraçar de uma árvore fazia meu rito, agradecia em meu íntimo, todo o simples que me proporcionava sorrisos.
 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A novela e a ciência - dois pontos para se pensar o jornalismo

Por João José Alencar

Assistir a uma novela e deixar o seu cérebro aceitar os erros de continuação, os diálogos rasos e atores-modelos-canastrões, é algo considerado inaceitável a um intelectual, tanto que se torna um pecado a ser acometido na calada da noite e quando descoberto passa a ser utilizado como pretexto de uma pesquisa empírica.

Deixar-se mergulhar em uma realidade paralela e acompanhar dramas que não são nossos é uma forma de dá liberdade a nossa mente, para viajar pela subjetividade e criar combustíveis para a rotina empática que consome os nossos dias.


Um Félix da vida, tomado pela sua crueldade em jogar uma criança em uma caçamba de lixo torna-se um personagem cativante com suas piadas irônicas e com certo tom cruel e sincero, ao ponto de se redimir com a pobreza, vivendo um besteirol vendedor de cachorro-quente. Talvez seja por isso que fins de vilões como a Carminha de Avenida Brasil sejam mais lindos e bem aceitos, apesar de quebrar o paradigma da morte, loucura ou prisão, por transcender o lado da justiça previsível para um humanismo que tende a aceitar o perdão.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Curso de Jornalismo leva 12 prêmios em evento regional.


*Por João José Alencar

Acadêmicos do curso de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), campus de Alto Araguaia, conseguiram na noite do último domingo (1° de junho) a vitória em doze categorias na XX edição do Prêmio Expocom (etapa região Centro – Oeste), premiação que é considerada a mais importante para estudantes de graduação da área de Comunicação Social no Brasil.

O evento aconteceu durante as atividades do XV Congresso da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) da região centro-oeste, realizado dos dias 30 de maio a 1° de junho na Faculdade Objetivo em Rio Verde – GO.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Big Brother Brasil e alienação popular – A culpa é da TV?

Por João José Alencar


por João José Alencar

Começou mais uma edição do Big Brother Brasil e junto retornam as discussões sobre o programa. De um lado os que são contrários ao reality, pregam que o BBB é um objeto de manipulação e o coloca como culpado pela preguiça das pessoas em dialogar temas mais importantes. De outro os fãs apaixonados, que fazem aumentar o número de visualizações das páginas virtuais que comentam o assunto.

Entre espadas e flores, o programa mostra sua força e mesmo com umas das piores médias de audiência de seu histórico, ainda sim é a segunda atração mais vista na televisão brasileira, só perde para novela das nove, Salve Jorge.